🇮🇱🇮🇷 Israel usou 200 caças para atingir mais de 500 alvos no Irã
Jornalista
🚩 Em meio aos conflitos desencadeados pelo ataque conjunto dos Estados Unidos e Israel contra o Irã, neste sábado (28), a Força Aérea Israelense confirmou que mais de 500 alvos iranianos foram atingidos. Israel afirmou que cerca de 200 jatos militares participaram da ofensiva contra o arsenal de mísseis e os sistemas de defesa aérea da Guarda Revolucionária Islâmica no oeste e no centro do país. A ação, segundo Israel, foi o “maior sobrevoo militar da história” das Forças de Defesa Israelenses. “Mais de 500 alvos foram atingidos, incluindo sistemas de defesa aérea e lançadores de mísseis em diversas localidades do Irã simultaneamente”, explica a postagem das forças de defesa de Israel. Em junho do ano passado, uma operação estadunidense denominada Midnight Hammer bombardeou estruturas nucleares iranianas para demonstrar apoio a Israel, que travava uma guerra contra o país. Com isso, essa é a segunda vez em menos de um ano que os EUA atacam o Irã.
⚠️ Na madrugada deste sábado (28), uma operação militar conjunta entre as forças dos Estados Unidos e de Israel atingiu o território iraniano. Relatos indicam que detonações ocorreram em Teerã e em pelo menos outras quatro localidades do país. Como contra-ataque imediato, o governo do Irã lançou projéteis contra Israel e efetuou disparos direcionados a instalações militares estadunidenses espalhadas pelo Oriente Médio. A operação acontece após semanas de negociações entre Washington e Teerã na tentativa de fechar um acordo sobre o programa nuclear iraniano.
O presidente Donald Trump defendeu a ofensiva, sustentando que a prioridade é a proteção dos cidadãos estadunidenses. No mesmo sentido, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu afirmou que a cooperação bélica com os EUA visa proporcionar liberdade para que o “povo iraniano tome as rédeas do seu destino.”
🎙Israel anunciou mobilização: cerca de 100.000 reservistas convocados para reforçar os 50.000 soldados da ativa já existentes. Forças extras foram enviadas para as fronteiras com Gaza, Cisjordânia, Síria e sul do Líbano. Inicialmente, o plano era de 70.000 reservistas, número aumentado devido à expansão geográfica dos combates. A operação contra o Irã chega em um momento perfeito para o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu: silencia a oposição e impede novos protestos antigovernamentais. Com figuras importantes do Irã eliminadas e a guerra em curso, o governo de extrema-direita pode consolidar ainda mais seu poder unindo até mesmo a oposição em uma causa externa comum: A sobrevivência do Estado.
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