Irã já destruiu 5 radares radares militares estratégicos dos EUA no Oriente Médio
Por Marcus Paiva
Jornalista
⚠️ Em 28 de fevereiro de 2026, Israel e os Estados Unidos iniciaram ataques conjuntos coordenados contra vários locais no Irã, dando início a uma guerra com o objetivo de promover uma mudança de regime por decapitação. Essa guerra ganhou o codinome Operação Leão Rugidor por Israel e Operação Fúria Épica pelos Estados Unidos. Os ataques visam importantes autoridades iranianas, comandantes militares e instalações. O Irã denominou sua resposta de Operação Verdadeira Promessa IV que já destruiu 5 radares militares estratégicos dos Estados Unidos: Radar AN/FPS-132 na base de Umm Dahal, Qatar. Radar AN/TPY-2 na base de Al Ruwais, nos Emirados Árabes Unidos. Radar AN/TPY-2 na base de Al Sader, nos Emirados Árabes Unidos. Radar AN/TPY-2 na base de PSBA, Arábia Saudita e Radar AN/TPY-2 na base de MSAB, Jordânia.
‼️ O radar AN/FPS-132 era o maior e mais poderoso de todo o Oriente Médio, cobrindo cerca de 5.000 km de monitoramento de espaço aéreo. Já cada radar AN/TPY-2 tem um alcance operacional de até 3.000 km em alguns modos de detecção, operando frequentemente com detecção entre 1.000 a 1.500 km. Além de atuar na região, o AN/FPS-132 também fazia parte da rede de radares do sistema global de detecção de longo alcance de mísseis balísticos intercontinentais (ICBM), SLBM e objetos espaciais. O AN/FPS-132 era um radar de varredura eletrônica ativa (phased array) da classe PAVE PAWS, capaz de detectar mísseis balísticos a milhares de quilômetros de distância e que fornece os dados necessários para que os sistemas THAAD, Patriot e Arrow (israelense) interceptem ameaças. Sua destruição comprometeu a capacidade global dos EUA de detectar ameaças aéreas em todo o mundo, não apenas na região do Oriente Médio.
🎙O AN/TPY-2 que ficava na base de MSAB, Jordânia, era um sistema de radar crucial dos EUA que dava suporte a uma bateria de defesa de mísseis THAAD (Terminal High Altitude Area Defense). A Base Aérea de Muwaffaq Salti, na Jordânia, fica a mais de 800 quilômetros do Irã. O radar, um componente crítico usado para detectar e rastrear mísseis balísticos para interceptação, foi destruído durante os primeiros dias dos ataques. Com tantos radares de longo alcance destruídos ou inoperantes, é provável que o sistema antecipado de detecção de ameaças aéreas dos EUA/Israel esteja comprometido, o que explicaria a maior facilidade que os mísseis e drones iranianos vem demonstrando em passar pelas defesas antiaéreas em toda a região nos ataques mais recentes.
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