Ataques contra refinaria e contra a embaixada dos EUA na Arábia Saudita irritam príncipe saudita
Jornalista
🚩 Um ataque com dois drones contra a mais lucrativa empresa de petróleo do mundo, a Saudi Aramco, da Arábia Saudita, foram atribuídos ao Irã. O ataque paralisou o refino de petróleo, o que irritou o príncipe herdeiro e primeiro-ministro (regente) Mohammed bin Salman. A mídia estatal iraniana afirmou que o país não atacou a refinaria de petróleo de Ras Tanura, na Arábia Saudita. Foi Israel. A agência de notícias Tasnim reportou: "O ataque à refinaria da Saudi Aramco foi realizado por Israel, e o Irã não atacou nenhuma instalação petrolífera na Arábia Saudita." Depois do incidente, Mohammed bin Salman falou para o presidente iraniano Masoud Pezeshkian em um telefonema que a Arábia Saudita não permitirá que seu espaço aéreo ou território seja usado para qualquer ação militar contra o Irã.
⚠️ Outro ponto de preocupação não só para a monarquia Saudita mas para o presidente estadunidese Donald Trump foi o ataque contra a embaixada dos EUA em Riad, na Arábia Saudita. O prédio foi atingido no telhado e no perímetro da chancelaria por dois drones. Trump disse que o ataque contra o Irã deve durar de quatro a cinco semanas, podendo se estender "por muito mais tempo", e prometeu retaliação contra o Irã pelo ataque a embaixada. Além disso, três caças estadunidenses foram abatidos por engano por fogo amigo do Kuwait nesta segunda-feira. O que torna o incidente estranho é que foram 3 caças abatidos por um aliado, o que levanta a suspeita de ação de serviços de inteligência para operação de false flag. Segundo o jornalista Tucker Carlson, Qatar e a Arábia Saudita prenderam ontem à noite agentes do Mossad, a agência de inteligência israelense, que planejavam plantar bombas, para acusar o Irã.
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